Ministério da Cultura e Caixa Seguradora apresentam:

07/12/2017 19:10:38

Representatividade negra tem espaço garantido no Eu Faço Cultura

Diversas montagens teatrais e de dança inspirados na cultura negra estiveram na vitrine do programa

Uma das formas de incluir mais pessoas no Eu Faço Cultura é diversificando a programação, trazendo ao público opções diversificadas de produtos culturais, que abrangem um largo leques de vivências e culturas. Por isso, no mês da Consciência Negra, o Eu Faço Cultura relembra as peças que têm a representatividade negra como foco que já passaram pela nossa vitrine. Samba na veia é candeia A montagem, que ficou em cartaz até o início de novembro em São Paulo, contou a trajetória do sambista portelense Candeia. Nascido em 1935, ele entrou ainda jovem na Portela, escola de samba para a qual dedicou boa parte da vida. É autor de muitos sambas de sucesso, tais como O Mar Serenou, Preciso me Encontrar, Mora na Filosofia e De Qualquer Maneira, gravados por nomes como Clara Nunes, Beth Carvalho, Elizeth Cardoso, Paulinho da Viola e Marisa Monte. BLUE bonjour tristesse Em cartaz no Teatro Glaucio Gill, em Copacabana, no Rio, o espetáculo de dança BLUE bonjour tristesse fala sobre intolerância sob diversas óticas. O coreógrafo Renato Vieira buscou inspiração no blues e na poesia da polonesa Wislawa Szymborska, que teve seus versos remixados pelo músico Felipe Storino e transformados em base rítmica de uma das coreografias. De Um Tudo O roteiro mergulha na identidade baiana com humor, mas traz uma importante reflexão sobre as heranças e costumes do povo – temas como preguiça, sexualidade, comportamento e cultura estão presentes na montagem. A peça esteve na vitrine até 1º de setembro, tendo estado em cartaz em Pituba, na Bahia, no Teatro Módulo. Carolina Maria de Jesus, Diário de Bitita A peça, que ficou em cartaz no Rio até o início de dezembro, passou pela nossa vitrine e surpreendeu o público com a história inspiradora de Carolina Maria de Jesus, que teve uma infância miserável e chegou a ser catadora de papel. Apesar das dificuldades, ela passou a escrever suas memórias em papéis encontrados no lixo e se tornou uma grande escritora, com livros publicados em 14 idiomas, em mais de 40 países. Deu a Louca na Branca A comédia protagonizada pela atriz Cacau Protásio ficou em cartaz em Ribeirão Preto (SP) e foi um sucesso da plataforma do Eu Faço Cultura. O texto coloca em foco uma Branca de Neve negra e exuberante, que foge dos padrões estabelecidos pelo mundo branco.

Trabalhando...