Ministério da Cidadania e Caixa Seguradora apresentam:

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02/04/2019 10:59:52

Eu Faço Cultura lembra ícones brasileiras.

A homenagem faz parte das comemorações do Dia Internacional da Mulher.

No dia 8 de março, o mundo comemorou o Dia Internacional da Mulher! E, para não deixar dúvidas de como nós, do Eu Faço Cultura, valorizamos a data, nossa equipe lembra agora 4 ilustres brasileiras.

- A atriz e cantora Carmen Miranda (que nasceu em Portugal, mas chegou ainda bebê ao Brasil, e se considerava brasileira) gravou quase 300 músicas e atuou em 20 filmes. Do alto de seu 1,52m, a “Pequena Notável” fez sucesso nas rádios brasileiras nos anos 1930 e no cinema dos Estados Unidos na década de 1940. Foi, por sinal, a cantora mais bem paga por lá nesse período.

- A escritora Carolina Maria de Jesus ultrapassou barreiras na década de 1960. Pobre, negra e mãe solteira, Carolina fez sucesso logo com seu livro de estreia. “Quarto de despejo” é um relato da vida em uma favela de São Paulo – um cotidiano de fome, violência e desrespeito na maior cidade do país. A tiragem inicial, de 10 mil exemplares, sumiu das prateleiras rapidamente. Além disso, o livro foi traduzido para 14 idiomas.

- A compositora e maestrina Chiquinha Gonzaga viveu do piano: foi professora, se apresentou em conjunto musicais e compôs – e muito. Foi a primeira compositora teatral do Brasil. Foi também maestrina no teatro de revista. Mais: uma de suas obras mais famosas ajudou a popularizar o Carnaval. Afinal, “Ó abre alas” é considerada a primeira canção carnavalesca do país. 

- A pintora Tarsila do Amaral tornou a temática brasileira o ponto alto de sua obra: as paisagens rurais e urbanas; a fauna e a flora; o folclore. Ela costumava dizer que queria ser a pintora do Brasil. E foi. Tarsila tem obra extensa, com destaque para “Abaporu”. O quadro nasceu como um presente de aniversário ao marido, Oswald de Andrade. O termo, que ajudou a fundar o Movimento Antropofágico, significa “o homem que come carne humana, o antropófago”. 

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